quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

SOS esquentadores!!!

Ah pois é... Quando eu pensava que já tinha visto muito, eis que o meu esquentador avaria. A bela e desenrascada da Susana mete mãos à obra, à procura do dito do especialista para resolver o problema. Opá... não vou dizer o nome, nem a empresa porque apesar do figurão, adorei o homem. Mesmo ao telefone quase, mas foi quase, que lhe tirei a pinta toda. Disse ao meu Sr. Esposo:"- Faz como quiseres, mas quando o Sr. L. vier cá a casa, quero-te aqui!".

Passo a descrever: Bota de bico preta e calça de ganga boca de sino; camisola de lã, grossa e de gola alta, com maguinha arregaçada; cabelo ao caracol e olho azul, after -shave...enfim nem sei o que dizer. Ah e uma bata azul, muito importante!

O dito entra como se já nos conhecesse. Tudo bem, porque eu também gosto de pessoas assim. Abre a mala das ferramentas e saca de uma chave inglesa. Num gesto rápido como de fosse sacar de uma pistola aponta para o esquentador e ouve-se: " - Arghhhhhhhhhhhhhh!". Posto isto desaperta o dito e eis que faz o seu diagnóstico. Eu fugi. Literalmente. Não me consegui conter. O meu Sr. Esposo mantem-se hirto e consegue dominar a postura que teimava em sucumbir perante tal individualidade. Conto-nos a vida que tinha, os clientes que tinha, as bifanas que comia pelo caminho.Enfim, depois desta entrada abrupta no nosso equipamento o Sr. L. só não jantou, porque antes tinha passado não sei onde tinha comido uma " sande de queijo com presunto muita manhosa" e bebido uma mini.

O esquentador tem os dias contados, mas ficou a funcionar. O contacto do Sr. L. ficou na agenda para futuras necessidades. Afinal não sou tão má a encontrar especialistas em electrodomésticos como em marcar férias (fica para depois).

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

As tuas palavras

Hoje peguei na câmara de filmar. É a tua primeira festa de Natal na escolinha. A câmara estava guardada desde Janeiro de 2008. Nem sei porquê. Acho que os telemóveis passaram a  fazer o essencial e a preguiça instalou-se. E chorei. Chorei porque estás tão crescido no alto dos teus quase 3 anos. Chorei porque tinhas um ar de bebé feliz, e por isto senti-me realizada. Chorei porque fazias todas as tuas gracinhas: o adeus, o olá, o esconde e aparece. Chorei porque não te calavas... R. Não te calavas. Se pudesse voltar atrás e descobrir o exacto momento onde ... dava a minha vida. Mas não penses que chorei de dor ou coisas assim mázinhas, nem pensar. Estás lindo agora, esperto que só visto, com ar de pequeno menino e a crescer que só visto...mas a saudade tesouro, de quando eras quase exclusivo da mãe é assim...Lamechas.Amo-te tanto que chega a doer. Se tu soubesses quanto! De notar que estás tão crescido, mas, existe sempre um mas, continuas a querer dormir como um bebé:)

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Assim faz muito mais sentido!

Que boa notícia!!! Na igreja, à semelhança dos outros natais, fazem sempre uma festinha onde as crianças que beneficiam do apoio social têm um Natal diferente. Em nome da crise, os patrocinadores habituais não colaboraram como é também costume. Então tiverem a brilhante ideia de fazer a recolha dos brinquedos através dos ditos padrinhos e madrinhas. Cada pessoa irá assim, voluntariamente, contribuir com um presente, mas personalizado. O nosso afilhado é o Francisco e tem 18 meses. Não é o maximo? Vou já pensar mais além e tentar ajudar o Francisco de outras formas. Sabem, é que o Francisco e os outros meninos, não precisam de coisinhas só em Dezembro de cada ano... Assim faz muito mais sentido esta coisa do Natal.

E viva o dito do "Espírito Natalício"!!

Aconteceu-me uma coisa mesmo irritante. Por acaso, fui ao Forum esta semana. Vi que tinha aberto uma lojinha com brinquedos muito, muito giros. Fiquei de passar lá de novo com o meu Sr. Esposo. No entanto, para adoçar o meu pequenino comprei-lhe um pequeno Panda. Um miminho apenas. Fui a uma outra loja...miminho para a mãe...e esqueci-me do saco no chão. Quando cheguei a casa vi que me tinha esquecido do saco algures neste meu trajecto. Pensei e repensei onde é que poderia ter sido. Liguei para a loja e a funcionário muito simpática disponibilizou-se em procurar o saquinho verde" - Tem sorte! Deve ter caído e ninguém deu por ele."
Hoje, lá vou eu buscar o mimo do meu pequenote. Abro o saco e tive sorte sim, apenas o catálogo da loja o resto...Nada!!!!

Mais valia terem levado tudo!! Não acham??? Seus.....!!!!! O panda era do meu filho!!!! MAUS!!!

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

É assim que estou...

Hoje estou como o tempo. Ora sol, ora chuva... Frio que só visto....

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Porque eles são tudo para nós...

a nossa vida fica suspensa pelo primeiro sorriso, pela primeira palavra, pelo primeiro passo, pela primeira festa que nos fazem. Quando nos beijam o mundo pára mesmo. Quando nos olham nos olhos com a aquela ternura incomparável, o nosso coração fica apertadinho que só visto. Este sentimento não se conta, nem se descreve por palavras. Elas não existem para explicar o amor que temos por eles. Parece lamechas e até é, mas e depois...? Quando temos os nossos bebés começamos a perceber certas coisas que o nossos pais faziam e fazem por nós. A I., agora com 6 meses e meio, agarra a minha cara e puxa-me para ela,  com aqueles olhos mais azuis, qual mar e céu, e o meu coração enche-se para mais um dia. O R., no alto dos seus quase 3 anos, dá uns abraços, e uns sorrisos e uns olhares mais doces que me lembram a cada instante que tudo vale a pena... Amo-vos do coração, meus tesouros.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Decisões

Ontem alguém me falava de decisões. E fiquei a pensar no assunto. É verdade que muitas vezes decidimos o que é mais fácil para nós em detrimento do que é realmente necessário. Também é verdade que tão importante como decidir bem é decidir alguma coisa. Quer as boas quer as más decisões têm sempre consequências. Não decidir nada também. Se sabemos isto tudo, se chega a ser um clichê, um conjunto de frases feitas que todos nós aplicamos aos amigos e à familia, porque é que tantas vezes fazemos ouvidos surdos quando chega a nossa hora?